quarta-feira, maio 04, 2005

Três anos...

Abri aquela caixinha de madeira que tem gravado o teu nome, e onde ao longo destes três anos fui colocando as cartas que te escrevia. Mas hoje, meu irmão, não escrevi, não coloquei lá dentro nenhuma carta. Dos meus dedos não nasceram palavras, repetiu-se apenas o desejo de um abraço e a vontade de te dizer no silêncio das nossas almas, que sinto falta dos teus sorrisos, da tua presença, das nossas conversas intermináveis, dos olhares silênciosos e cúmplices, do teu afago, do teu colo, e que ... tudo em ti me faz falta!