Não sei ...
Não sei se, como eu,
ouves os violinos de vento
proclamando dias sublimados
por uma intima harmonia.
Não sei se, como eu,
Sentes a cada madrugada a carícia
de um nome nos teus lábios.
Não sei se, como eu,
se me chamas e te sentes morrer
e renascer a cada silaba gritada.
Não sei se, como eu,
adivinhas nas palavras o meu rosto,
o sorriso,
a mão trémula de espanto
que te escreve.
Não sei se, como eu,
sentes o meu olhar trespassando-te
e a vontade de o reter para sempre
naquela que mais que minha, é a tua casa.
Não sei se, como eu,
me trazes nas mãos, no sangue,
na luz, e na tua própria sombra
de silêncios.
Não sei se, como eu,
desfaleces de profunda ternura
por te saber vida..
Não sei...
ouves os violinos de vento
proclamando dias sublimados
por uma intima harmonia.
Não sei se, como eu,
Sentes a cada madrugada a carícia
de um nome nos teus lábios.
Não sei se, como eu,
se me chamas e te sentes morrer
e renascer a cada silaba gritada.
Não sei se, como eu,
adivinhas nas palavras o meu rosto,
o sorriso,
a mão trémula de espanto
que te escreve.
Não sei se, como eu,
sentes o meu olhar trespassando-te
e a vontade de o reter para sempre
naquela que mais que minha, é a tua casa.
Não sei se, como eu,
me trazes nas mãos, no sangue,
na luz, e na tua própria sombra
de silêncios.
Não sei se, como eu,
desfaleces de profunda ternura
por te saber vida..
Não sei...




<< Home